Inspirado no imaginário amazônico, o curta-metragem paraense Boiuna saiu do 53º Festival de Cinema de Gramado, encerrado no último fim de semana, com três prêmios: melhor direção, atriz e fotografia. Foi a coroação de um trabalho que começou a ser construído há seis anos e viabilizado por meio da Lei Paulo Gustavo (LPG). “O impacto da Lei Paulo Gustavo no Boiuna foi absoluto, porque sem a existência dela eu não teria conseguido produzi-lo”, enfatiza a diretora Adriana de Faria.

O projeto foi selecionado no edital estadual de apoio a produções audiovisuais, que contemplou um total de 20 curtas, e recebeu R$ 120 mil da LPG para a sua concretização.

Antes, ela tentou emplacar o filme em chamadas públicas, mas não obteve êxito. “Na política pública do Pará não há um investimento consistente para o audiovisual, então a Lei Paulo Gustavo atendeu uma emergência que foi além da questão da pandemia. Era uma emergência de produção daqui, de novos olhares, de democratização desse recurso”, observa.

A íntegra das informações está disponível no site do Ministério da Cultura.

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