Chegou ao fim na última quinta-feira (5) o II Fórum Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Eventos. Programação contou com mesas de debate sobre o setor. A atividade reuniu especialistas, representantes do governo federal, do Legislativo, do Judiciário e de entidades ligadas a pessoas que trabalham na cultura. O objetivo principal do encontro é debater os processos de reconhecimento e regulamentação das ocupações com vistas à criação de um Estatuto da Cultura, além do projeto de pesquisa de mapeamento das ocupações da Cultura – o Mapa da Graxa – para atualização das ocupações na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), sincronizada com a Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE).
Voltada para os diálogos sobre pesquisa e formação profissional, a mesa composta pela diretora da Articulação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Eventos (Ante), Alê Capone, relembrou a importância da recriação do Ministério da Cultura (MinC) no período pós-pandemia. “Foram tempos muito difíceis, mas acredito que nos unimos para discutirmos o que queremos. Com a retomada do MinC, conseguimos avançar em muitas políticas para cultura, muito recurso chegou para os trabalhadores da cultura, escrevemos a Carta Brasília, iniciamos conversas com Legislativo, indicamos pautas prioritárias”, afirmou.
Em relação à formação de trabalhadores da cultura, o coordenador de políticas para o trabalhador da cultura do MinC, Rafael Fontes, expôs um desafio de mercado: “É muito importante e um tanto quanto complexo, definir o que é a formação para cultura, nem todos os cursos de produção tecnológica e design são exclusivos da cultura, tem formações de cultura em eixos de turismo, por exemplo, como produtores de eventos. Então trabalhamos de forma a dirimir essas diferenças, abraçando a diversidade”, disse.
A íntegra das informações está disponível no site do Ministério da Cultura.




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