O músico Felipe Azevedo apresenta seu novo espetáculo O Fio da Emoção: A Emoção em Movimento no dia 24 de julho, às 19h, em Porto Alegre. O show terá sessão única no Teatro Oficina Olga Reverbel, no Multipalco Eva Sopher (Praça Marechal Deodoro, s/nº). Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 80 na bilheteria do local, de terça a domingo, das 16h às 18h, exceto feriado, ou pelo site https://theatrosaopedro.eleventickets.com/.

Vencedor de seis Prêmios Açorianos, com quatro discos lançados e turnês por países como Suíça, Noruega, França e Uruguai, Felipe Azevedo construiu uma obra sólida, ancorada na canção popular e na música instrumental brasileira. Em O Fio da Emoção: A Emoção em Movimento, o artista reafirma sua inventividade como compositor, instrumentista e intérprete.

Mais do que uma reunião de canções, o espetáculo articula música com teatralidade, em movimentos sutis que tecem gradualmente um fio narrativo contínuo. Em cena, corpo, voz e instrumento deixam de funcionar como elementos separados e passam a compor uma mesma arquitetura visual e sonora, conduzida por um menestrel contemporâneo – o próprio Felipe – que entrelaça melodias, versos, instrumentos e afetos. O espetáculo começou a ser gestado em 2020, durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia, e atravessou também as enchentes que marcaram o Rio Grande do Sul em 2024. “Ao longo desse tempo, percebi com assombro que havia algo que nos movia, algo muito maior do que resiliência: uma verdadeira antifragilidade, uma capacidade de transformar o impacto recebido em força”, conclui Felipe. A partir desse sentimento de renovação, o músico iniciou um arranjo para Flor, parceria de Nico Nicolaiewsky e Silvio Marques registrada no álbum único do Musical Saracura (1982). A composição passou então a dialogar com versos de Carlos Drummond de Andrade em A Flor e a Náusea. Nesse processo, foram se somando ao repertório temas instrumentais autorais e poemas de diferentes escritores musicados por Felipe.

No show, o cantautor alia gestualidade e musicalidade para conduzir a plateia por sua narrativa emocional. Para ele, os instrumentos musicais se integram aos pequenos movimentos e deslocamentos da performance como extensões de seu corpo, ferramentas para transformar em vibrações sonoras as emoções e afetos que o atravessam em cena. “O Fio da Emoção é construído, acima de tudo, por um corpo emocionado, um corpo que transforma sua emoção em movimento e vibração. Vibro a música que a vida me vibra”, expõe Felipe.

A íntegra das informações está disponível no site Matinal.

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