“E se o sentido da vida fosse a próxima pergunta?” – com esse questionamento, é introduzida a apresentação do físico brasileiro Marcelo Gleiser para mais uma das aulas/palestras que ele dá pelo mundo. E é com essa cena dele entrando no palco para falar a uma sala cheia que começa A Dança do Universo, longa com estreia marcada para 20 de agosto, mas já exibido nesta semana com exclusividade em Porto Alegre e em São Paulo.
O longa que irá para a plataforma de streaming Aquarius tem direção do premiado e reconhecido cineasta sudestino João Jardim, dos marcantes títulos para a filmografia nacional e internacional: Janela da Alma, Amor?, Lixo Extraordinário, Getúlio e As Polacas. Já a jornalista, pesquisadora e documentarista paulista Renée Castelo Branco divide o crédito de roteiro com o diretor, pois foi responsável pela pesquisa para a produção. A fotografia tem referências estéticas internacionais, assinada pela artista visual carioca Louise Botkay.
Fazendo um resgate histórico do cientista desde a juventude em Copacabana, no Rio de Janeiro, até a atualidade na Ilha do Conhecimento, na Europa, a obra traz o pensamento do intelectual sobre temas como a origem do Universo, os limites do conhecimento científico e a singularidade da vida na Terra, articulando essas reflexões com sua jornada pessoal.
Gleiser veio à Capital gaúcha para apresentar o título, na primeira sessão ao público, uma espécie de première mundial. Na Sala 4 do cinema GNC do Moinhos Shopping, completamente lotada, para uma plateia ávida por respostas suas. Ele reforçou que a ideia de lançar o filme era chamar atenção ao “maravilhamento que é viver neste mundo, o quão importante que este planeta é”. Também citou Joseph Campbell, alguns versos do Hino Brasileiro relativos à sua exuberante natureza e explicou brevemente as conexões da História da nossa espécie humana.
A íntegra das informações está disponível no site Brasil de Fato.




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