Se hoje a Patrulha Maria da Penha é uma importante política pública de proteção às mulheres em situação de violência, é porque, em 2012, a iniciativa teve origem no Rio Grande do Sul, resultado de estudos técnicos das ocorrências policiais dos crimes cometidos contra as mulheres e da ausência de efetividade das medidas protetivas. É essa história que ganha registro no livro “A Origem da Patrulha Maria da Penha – A verdadeira história da rede da segurança pública que transformou o Rio Grande do Sul em referência no enfrentamento à violência contra as mulheres”, de autoria de Raquel Arruda Gomes. O lançamento será realizado no dia 4 de agosto, às 18h30, no Quintana’s Bar, na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. A data integra a programação que marca os 20 anos da Lei Maria da Penha, celebrados no dia 7 de agosto.
Raquel coordenou os Programas de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul entre 2011 e 2014 e conduziu o processo de elaboração e implantação da política pública. Ela também ajudou a desenvolver o registro estatístico dos casos de violência contra as mulheres, que, até aquele momento, inexistia no Rio Grande do Sul. Com isso, foi possível elaborar políticas específicas na área da segurança pública para combater diretamente a violência contra as mulheres.
A íntegra das informações está disponível no site Sul21.




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