Com a pandemia do novo coronavírus e o necessário isolamento social para prevenção da doença, o teletrabalho, aulas online, a comunicação com amigos e familiares, compras e momentos de lazer online aumentaram a movimentação na rede. Isso sem contar a maior intensidade na busca por informações que apresentem caminhos para superar a epidemia, desde formas de cuidado ao acesso de benefícios para o trabalhador.

Mas o crescimento do uso dos recursos da internet também requer aumento nos cuidados para evitar acessos indevidos, entrada de vírus nos dispositivos eletrônicos ou golpes aplicados pela web. O pesquisador em segurança e privacidade de dados, Rodolfo Avelino, explicou ao Brasil de Fato que gigantes como o Google tem detectado um fluxo acima da média de malwares e phishing. “Em uma semana, que foi do dia 6 ao dia 13 de abril, o Google informou que conseguiu acompanhar no seu monitoramento aproximadamente 18 milhões de e-mails por dia com algum tipo de malwares ou phishing, que é essa ação de conduzir esta pessoa para um ambiente falso. É um número muito expressivo para que as pessoas ao entrarem nesses sites, por exemplo, forneçam informações pessoais ou baixem um aplicativo que esteja comprometido”, analisa Avelino.

São chamados malwares os vírus, cavalos de troia, spywares e ransomwares, ou qualquer arquivo que tenha objetivo de causar danos. Por phishing, entende-se todas as formas utilizadas por criminosos digitais para obter informações pessoais, como senhas ou cartão de crédito, CPF e número de contas bancárias. Em geral, fazem isso enviando e-mails falsos ou direcionando o usuário a websites falsos.

A íntegra das informações esta disponível no site Brasil de Fato.

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