Porto Alegre segue sendo a capital com a cesta básica mais cara do país, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgado nesta segunda-feira (8). O conjunto de bens alimentícios registrou, em agosto, o reajuste de 1,18%, passando a custar R$ 664,67, R$ 7,75 a mais do que no mês anterior.
Conforme aponta o levantamento, a jornada necessária para comprar a cesta básica na capital gaúcha é de 132 horas e 56 minutos. Os preços acumulam um aumento de 7,96% em 2021 e 25,74% nos últimos 12 meses.
Dos treze produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais previstos, oito ficaram mais caros no último mês: a batata (11,85%), o café (10,95%), o tomate (8,62%), o açúcar (4,18%), o leite (0,99%), o óleo de soja (0,94%), a manteiga (0,81%) e a farinha de trigo (0,55%). Em sentido contrário, quatro itens registraram redução de preço: a banana (-2,38%), o pão (-1,50%), o arroz (-1,22%) e a carne (-0,04%). O feijão ficou estável.
Ainda de acordo com o levantamento, de janeiro a agosto de 2021, nove produtos ficaram mais caros: o açúcar (44,04%), o café (22,82%), o tomate (20,83%), a farinha de trigo (17,85%), a carne (17,73%), o pão (10,05%), o feijão (9,90%), o leite (9,63%) e a manteiga (6,74%). Por outro lado, quatro itens estão mais baratos: a batata (-28,90%), a banana (-22,58%), o arroz (-10,04%) e óleo de soja (-2,73%).
A íntegra das informações está disponível no site Brasil de Fato.



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